segunda-feira, 11 de outubro de 2010

1º Amostra Hand Made (Fase 2 / Stage 2)

Viva,


Depois de uma boa lixadela que reduziu mais um pouco o tamanho da amostra, comecei a cobertura com fita de alumínio. Com uma régua e um pequeno punção de ponta romba, fiz uns losangos ao cruzar linhas obliquas, para dar o efeito de escamas. 

Depois foi recortar usando como molde a própria amostra. A barriga e dorso ficam sem cobertura de alumínio para depois serem pintadas com o aerografo.   


Ficou assim ;






Agora vem a parte para mim mais difícil. Apesar de tudo ser novidade, de estar a fazer uma amostra de madeira pela primeira vez, até agora as técnicas eram relativamente simples. A pintura por aerografo tem os seus segredos. Acertar na mistura de tinta com o diluente para que agarre na madeira lisa e na folha de alumínio, não vai ser fácil. Vou fazer uns testes primeiro para ter a certeza que quando pintar, a tinta está no ponto. 

O dorso vai ser pintado de roxo e a barriga de branco como habitual e natural. Aqui o segredo é dar tantas de mão até a tinta ficar ao mesmo nível da folha de alumínio. No fim vai levar umas barbatanas pintadas, umas peitorais e talvez umas pélvicas. Ainda não decidi que cor. 

Abraços.

Depois da tempestade, a bonança!

Viva,


Quem diria que depois dos mares e marés dos últimos dias, o bom tempo e um mar com condições para spinning vinha aí...!



Com uma orientação muito incerta, o vento vai estar fraco e uma ondulação a baixar até ao final da semana, até ficar quase chão. No fim de semana que vem vamos ter ondulação de 90 cm. O peixe vai encostar ao longo da semana e dá vontade de meter estes dias de férias e dedica-los ao spinning. 

Vou-me desforrar e aproveitar esta benesse. Toca a molhar as amostras!

Abraços.

domingo, 10 de outubro de 2010

1º Amostra Hand Made (Fase 1 / Stage 1)



Viva,


Apesar de ter começado uma amostra em balsa inspirada na Z-Claw (projecto suspenso), mudei de tipo de madeira e experimentei o pinho. Escolhi uma régua sem nós e fiz-me a ela. 

A balsa é leve, muito fácil de trabalhar, mas ambas as qualidades não são desejáveis para fazer amostras, pelo menos começa a ser a minha opinião. É demasiado leve e qualquer toque fica tudo marcado ou desbasta demais.

O pinho é muito mais rijo e tem peso. A madeira ideal ainda estou para encontrar. Qualquer coisa entre Faia e Cipreste, Freixo e Amieiro seria óptimo, ou outra ainda a descobrir.

Comecei por fazer um molde em papel inspirado numa Daiwa Shore Line Shiner SL17F. Fi-lo por contorno. 


Com uma serra de recorte (Tico Tico), e uma serra fina da Bosch, recortei as duas metades.


Com arame de aço inox de 0,9mm fiz a armação com as marcações originais da Daiwa. Preguei uns pregos numa pequena tábua nos sítios dos olhais. Depois foi fazer o circuito com o arame.
Talhei em ambos os lados o caminho onde o arame vai passar, fi-lo com a Dremel e com um acessório para talhar em alta rotação. Ficou tosco, mas como não é visível, não há problema. 


Agora o próximo passo é cavar as cavidades onde as esferas irão trabalhar. Mais uma vez analisei as zonas na amostra original e marquei em ambos os lados, os sítios onde as cavidades iriam estar. Com outro acessório da Dremel para fresar, abri os canais.


Coloquei a armação. com seis esferas no meio e duas mais pequenas atrás, colei com cola de madeira branca. Ficaram sobre pressão de molas durante uma noite. O aspecto é o que vê abaixo já depois de um desbaste inicial com a lixa cilíndrica da Dremel.



Depois com a faca Portuguesa ali da Benedita, afiada no esmeril e depois na pedra de amolar, comecei a talhar para dar forma à amostra.





Depois voltei à Dremel com a lixa cilíndrica e rectifiquei e terminei a forma. O acabamento foi feito à mão com lixa 240.

Os próximos passos são ainda passar mais lixa e depois a fita de alumínio e as pinturas e olhos, que é a fase mais critica e que dita o aspecto final.

Abraços.




sábado, 9 de outubro de 2010

Mitchell Mag Pro v Abu Garcia Revo Premier

Viva,


A par da estratégia comum na distribuição e venda, estas duas marcas parecem partilhar bases similares.


Mitchell Mag Pro



Neste momento está só disponível no tamanho 1000, equivalente ao tamanho 3000 da Shimano, com 9 rolamentos HPCR, e uma velocidade estonteante de 6:2:1 com 88cm por cada volta de manivela e 234gr de peso. Vamos esperar pelo tamanhos maiores. Para mim promete e o preço parece ser simpático.


Abu Garcia Revo Premier



A nomenclatura dos modelos da Abu é parecida com a da Okuma e neste momento estão disponíveis o 20 e 30.  Com 11 rolamentos HPCR e uma velocidade 5:8:1 no tamanho 30 e 230gr de peso. Mais lento que o da Mitchell e mais caro.Não me pareça que os rolamentos adicionais compensem.

De qualquer modo têm bom aspecto e para entrarem na luta difícil dos carretos de spinning, os preços para o Mitchell está no limite e o Abu está num patamar que pode dificultar a sua popularidade.


Abraços.

Silent Riser (Megabass) - Novidade

Viva,


Mais uma novidade da Megabass. 
Silent Riser


Com triplos da Katsuage cujas barbelas são do lado exterior e numa versão melhorada em relação à Vision 110. A Silent Riser é silenciosa tal como o nome diz, graças ao sistema fixo de balanceamento com um prato reflector interno. Sendo uma amostra silenciosa, será uma boa escolha para pesqueiros muito frequentados e com robalos desconfiados.

Esta amostra afunda até 2 metros quando bem recuperada. Não tenho ainda a informação em relação à flutuabilidade, pesos e lançamento,

Abraços.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Ikaku Spec (Little Jack) - Novidade

Viva,


Cada amostra nova da Little Jack tem lugar neste blog. São amostras de excelente qualidade em todos os aspectos. Na imitação, nos materiais e no trabalhar. São amostras diferentes do que estamos habituados, fogem aos conceitos tradicionais e desta forma à massificação de formas.


Especificações

  • Flutuante 
  • 11,5cm e 24gr


Ikaku spec




Cores disponíveis


Detalhes


Alguns vídeos de demonstração.

Abraços.


Amostras Low-Cost

Viva,


Abençoadas ou malditas ? Eu acho que são mais adoradas e odiadas.




Dansel, Seika, Kawaguchi, West Lab Barros, e de certeza que não conheço outras que andam por aí. Fizeram todas grande sucesso nas vendas. Têm quase todas um senão em comum, as fateixas. Devem ser substituídas porque se apanhamos um peixe com um par de quilos, aquelas fateixas vão deixa-lo mal. A substituição encarece um pouco a compra, mas para mim vale a pena.

E vale a pena porque o preço versus os resultados compensam. Estas amostras pescam e bem. As Macuas e Bakuba têm provas dadas pelas pescas que fiz e pelas capturas que tive conhecimento.

A todas as amostras e principalmente estas, dou um banho de verniz de poliuretano marítimo. Ajuda a proteger a pintura e da vida dura na pesca nas rochas. 




São normalmente imitações de amostras de marcas de topo, de modelos com provas mais que dadas e por isso populares.

As últimas que comprei são da Seika. Estão a secar do verniz e quando o mar ficar em condições vou testa-las e depois farei um pequeno relatório aqui no blog. A caixa diz que as fateixas são japonesas. Fiquei curioso.

Abraços e boas pescas.