quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Estar ao pé do mar...

Viva,

Estar junto ao mar é magico. É um sentimento difícil de explicar e bom de saborear. Então se for com uma cana na mão e uma amostra  no fim da linha, melhor. 


E as horas passam e não damos por elas, nem pelo cansaço de ar quilómetros pelas areias. Fazemos centenas de lançamentos numa sessão de spinning e cada lançamento é uma esperança, uma ansiedade, uma expectativa. Literalmente lançamos muito para sermos compensados uma ou duas vezes, quando somos. 


Contemplar o mar, quem vive nele e pensar com guelras...Sentir o cheiro da maresia que nos faz respirar fundo e encher o peito, então se for de manhã com o nascer do sol, parece que acordamos acordados.


Procurar, procurar...é ali naquela aguagem que eu vou fazer voar a minha amostra e é ali que ela vai passar. Naquela coroa de fora onde tenho a certeza que vou despertar um robalo de bons e bonitos quilos. Se nada acontecer é porque não escolhi a cor certa, porque eles andam por aí.


Que ser bonito este mini Marlin! Um peixe agulha que se fez à minha Zonk. E dão luta, luta pela vida. Foi salvo e devolvido ao seu ambiente.


E assim, com esta alegria e com a satisfação de mais uma jornada bem gozada, volto à Terra, a pensar na fome que tudo isto me deu e no banho que vou tomar, no conforto de casa que me espera. 


Abraços.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

1º Amostra Hand Made (Fase 2 / Stage 2)

Viva,


Depois de uma boa lixadela que reduziu mais um pouco o tamanho da amostra, comecei a cobertura com fita de alumínio. Com uma régua e um pequeno punção de ponta romba, fiz uns losangos ao cruzar linhas obliquas, para dar o efeito de escamas. 

Depois foi recortar usando como molde a própria amostra. A barriga e dorso ficam sem cobertura de alumínio para depois serem pintadas com o aerografo.   


Ficou assim ;






Agora vem a parte para mim mais difícil. Apesar de tudo ser novidade, de estar a fazer uma amostra de madeira pela primeira vez, até agora as técnicas eram relativamente simples. A pintura por aerografo tem os seus segredos. Acertar na mistura de tinta com o diluente para que agarre na madeira lisa e na folha de alumínio, não vai ser fácil. Vou fazer uns testes primeiro para ter a certeza que quando pintar, a tinta está no ponto. 

O dorso vai ser pintado de roxo e a barriga de branco como habitual e natural. Aqui o segredo é dar tantas de mão até a tinta ficar ao mesmo nível da folha de alumínio. No fim vai levar umas barbatanas pintadas, umas peitorais e talvez umas pélvicas. Ainda não decidi que cor. 

Abraços.

Depois da tempestade, a bonança!

Viva,


Quem diria que depois dos mares e marés dos últimos dias, o bom tempo e um mar com condições para spinning vinha aí...!



Com uma orientação muito incerta, o vento vai estar fraco e uma ondulação a baixar até ao final da semana, até ficar quase chão. No fim de semana que vem vamos ter ondulação de 90 cm. O peixe vai encostar ao longo da semana e dá vontade de meter estes dias de férias e dedica-los ao spinning. 

Vou-me desforrar e aproveitar esta benesse. Toca a molhar as amostras!

Abraços.

domingo, 10 de outubro de 2010

1º Amostra Hand Made (Fase 1 / Stage 1)



Viva,


Apesar de ter começado uma amostra em balsa inspirada na Z-Claw (projecto suspenso), mudei de tipo de madeira e experimentei o pinho. Escolhi uma régua sem nós e fiz-me a ela. 

A balsa é leve, muito fácil de trabalhar, mas ambas as qualidades não são desejáveis para fazer amostras, pelo menos começa a ser a minha opinião. É demasiado leve e qualquer toque fica tudo marcado ou desbasta demais.

O pinho é muito mais rijo e tem peso. A madeira ideal ainda estou para encontrar. Qualquer coisa entre Faia e Cipreste, Freixo e Amieiro seria óptimo, ou outra ainda a descobrir.

Comecei por fazer um molde em papel inspirado numa Daiwa Shore Line Shiner SL17F. Fi-lo por contorno. 


Com uma serra de recorte (Tico Tico), e uma serra fina da Bosch, recortei as duas metades.


Com arame de aço inox de 0,9mm fiz a armação com as marcações originais da Daiwa. Preguei uns pregos numa pequena tábua nos sítios dos olhais. Depois foi fazer o circuito com o arame.
Talhei em ambos os lados o caminho onde o arame vai passar, fi-lo com a Dremel e com um acessório para talhar em alta rotação. Ficou tosco, mas como não é visível, não há problema. 


Agora o próximo passo é cavar as cavidades onde as esferas irão trabalhar. Mais uma vez analisei as zonas na amostra original e marquei em ambos os lados, os sítios onde as cavidades iriam estar. Com outro acessório da Dremel para fresar, abri os canais.


Coloquei a armação. com seis esferas no meio e duas mais pequenas atrás, colei com cola de madeira branca. Ficaram sobre pressão de molas durante uma noite. O aspecto é o que vê abaixo já depois de um desbaste inicial com a lixa cilíndrica da Dremel.



Depois com a faca Portuguesa ali da Benedita, afiada no esmeril e depois na pedra de amolar, comecei a talhar para dar forma à amostra.





Depois voltei à Dremel com a lixa cilíndrica e rectifiquei e terminei a forma. O acabamento foi feito à mão com lixa 240.

Os próximos passos são ainda passar mais lixa e depois a fita de alumínio e as pinturas e olhos, que é a fase mais critica e que dita o aspecto final.

Abraços.




sábado, 9 de outubro de 2010

Mitchell Mag Pro v Abu Garcia Revo Premier

Viva,


A par da estratégia comum na distribuição e venda, estas duas marcas parecem partilhar bases similares.


Mitchell Mag Pro



Neste momento está só disponível no tamanho 1000, equivalente ao tamanho 3000 da Shimano, com 9 rolamentos HPCR, e uma velocidade estonteante de 6:2:1 com 88cm por cada volta de manivela e 234gr de peso. Vamos esperar pelo tamanhos maiores. Para mim promete e o preço parece ser simpático.


Abu Garcia Revo Premier



A nomenclatura dos modelos da Abu é parecida com a da Okuma e neste momento estão disponíveis o 20 e 30.  Com 11 rolamentos HPCR e uma velocidade 5:8:1 no tamanho 30 e 230gr de peso. Mais lento que o da Mitchell e mais caro.Não me pareça que os rolamentos adicionais compensem.

De qualquer modo têm bom aspecto e para entrarem na luta difícil dos carretos de spinning, os preços para o Mitchell está no limite e o Abu está num patamar que pode dificultar a sua popularidade.


Abraços.

Silent Riser (Megabass) - Novidade

Viva,


Mais uma novidade da Megabass. 
Silent Riser


Com triplos da Katsuage cujas barbelas são do lado exterior e numa versão melhorada em relação à Vision 110. A Silent Riser é silenciosa tal como o nome diz, graças ao sistema fixo de balanceamento com um prato reflector interno. Sendo uma amostra silenciosa, será uma boa escolha para pesqueiros muito frequentados e com robalos desconfiados.

Esta amostra afunda até 2 metros quando bem recuperada. Não tenho ainda a informação em relação à flutuabilidade, pesos e lançamento,

Abraços.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Ikaku Spec (Little Jack) - Novidade

Viva,


Cada amostra nova da Little Jack tem lugar neste blog. São amostras de excelente qualidade em todos os aspectos. Na imitação, nos materiais e no trabalhar. São amostras diferentes do que estamos habituados, fogem aos conceitos tradicionais e desta forma à massificação de formas.


Especificações

  • Flutuante 
  • 11,5cm e 24gr


Ikaku spec




Cores disponíveis


Detalhes


Alguns vídeos de demonstração.

Abraços.