Viva,
Cada um de nós tem o seu material, fruto das experiências que foi fazendo e de algumas compras mais ou menos bem sucedidas.
No meu caso, comecei a levar para as jornadas, material a mais e peso a mais.
Agora só levo uma mochila que adaptei, uma mochila de baixo perfil em mono alsa que passa pela frente do corpo.
Tem várias bolsas exteriores e interiores, mas não é estanque. Na bolsa exterior vão dois rolos de fluorocarbon e uma caixa com acessórios.
Numa pequena bolsa em cima vai a tesoura corta-multi agarrada um alfinete com fio em mola.
Lateralmente na mochila e em correias disponiveis está preso o grip e o alicate. A posição destes objectos quando a mochila está posta no lugar é do meu lado esquerdo ligeiramente abaixo do braço para me facilitar o acesso e não prejudicar o movimento de lançamento.
Uma bolsa estanque para a máquina fotográfica é colocada num bolso de rede exterior da mochila. Fica segura com um fio de segurança caso caia.
A máquina fotográfica de serviço, de baixo perfil e leve, simples de usar, como é obvio vai dentro da bolsa estanque porque este modelo não gosta de agua.
A mala da Shimano cheia de coisas para mandar-mos para dentro de agua, à espera que os robalos mordam. São 24 amostras...e nunca chegam.
As luvas da Storm em Neoprene com dedos retracteis. Já as usei duas vezes este inverno e são uma maravilha, mãos quentes e protegidas.
Esta foi uma das melhores ideias que já tive. Comprei um passa montanhas na Decathlon, é macio, leve e quente. Já o levei em duas saídas nestas noites de frio intenso e que diferença faz.
E nas noites que não está muito frio, mas está frio, sai um cachecol com um gorro. Excelente combinação.
E para os dias de sol ou amenos, o cap.
E lá ao fundo, colete, impermiáveis e waders em neoprene.
Faltam as canas e carretos e mais umas coisinhas, fica para a próxima.
Abraços.